Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Tudo o que o Rio me deu!

Dez na maneira e no tom, você é o cheiro bom da madeira do meu violão. Você é a Festa da Penha, a Feira de São Cristóvão, é a Pedra do Sal. Você é a Intrépida Trupe, a Lona de Guadalupe, você é o Leme e o Pontal.

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.