Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Isso sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguem só por causa da beleza.  É como escolher o cereal da manhã pela cor, e não pelo sabor (...) mas eu não sou bonita, não de perto, pelo menos. Normal quanto mais as pessoas aproximam de mim, menos me acham atraente. 


Cidades de Papel

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.