Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014


Quem sou eu para falar de amor, se o amor me consumiu até a espinha? (...) Quem sou eu para falar de amor, se de tanto me entregar nunca fui minha? O amor jamais foi meu, o amor me conheceu, se esfregou na minha vida e me deixou assim

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.