Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

É o que há, tudo é chique demais.


Quando essa preta começa a tratar do cabelo é de se olhar, toda trama da trança, transa do cabelo. Conchas do mar ela manda buscar prá botar no cabelo, toda minúcia, toda delícia.. Não me amarra dinheiro não! Mas elegância... Não me amarra dinheiro não! Mas a cultura. Dinheiro não! A pele escura.


Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.