“Era perfeita, sexo puro e enlouquecedor, e ela sabia disso, e jogava com isso, e destilava isso, e permitia que você sofresse desejando aquilo. Isso a deixava feliz. E também não me fazia mal. Ela podia ter simplesmente encerrado tudo, privando-me do calor que me provocavam aquelas gotinhas que ela deixava escorrer. Como a maioria dos homens numa situação como esta, percebi que não conseguiria nada com ela – conversas íntimas, excursões excitantes pela costa, longas caminhadas aos domingos – até que lhe tivesse feito umas quantas promessas absurdas.”
| — | Charles Bukowski. |