Eu tinha um bloco de notas com as coisas fofas que você falava e que eu iria sentir mais falta ao longo do tempo. Escrevi esse bloco no dia 22/10/13 as 23h04
Moor
Cadani
Peirfeita
Tanto que é bom comer um japa
Amoo
Paixao
Amoir
Talvez no fundo, não foi eu quem perdeu, duvido você encontrar um dia alguem que te ame como eu te amava.
Quando eu ainda estava moca algum pressentimento me trazia volta e meia por aqui, a espera do garoto que naquele tempo andava longe, muito longe de existir. Tantos tristes fados eu compus, quanto choro em vão, bolero blues. Eis que do nada ele aparece, já tão desejado que não cabe em si, neste crucial momento, se ele olhar para trás é bem capaz de num lamento acudir ao meu olhar mendigo. Mas aquele ingrato corre e quando já não mais garoto der a meia-volta, claro que não vou estar mais nem aí.
Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.
terça-feira, 18 de março de 2014
Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.