Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Você bem que podia perdoar e só mais uma vez me aceitar.



Não vejo mais você faz tanto tempo, que vontade que eu sinto de olhar em seus olhos, ganhar seus abraços, é verdade, eu não minto (...) Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer, você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando te encontrar. Vou me perdendo, buscando em outros braços seus abraços, perdido no vazio de outros passos, do abismo em que você se retirou e me atirou e me deixou aqui sozinho. 
Reconhecendo que Caê tem mesmo o seu lugar. Perfeito!

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.