Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Chega de saudade.




Sim, você, nós dois,  já temos um passado, meu amor. A bossa, a fossa, a nossa grande dor (...) Eu, você, João girando na vitrola sem parar e eu fico comovido de lembrar, o tempo e o som. Ah! Como era bom, mas chega de saudade, a realidade é que aprendemos com João, pra sempre a ser desafinados.

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.