Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

terça-feira, 13 de março de 2012

Tirou partido de mim, abusou.


Me magoa, maltrata e quer desculpa
Me retruca, me trai e quer perdão
Me ofende, me fere e não tem culpa
Jesus Cristo, eu não sei quem tem razão
(...)
Mas não faz mal é tão normal ter desamor
É tão cafona é sofrerdor
Que eu já nem sei se é meninice
Ou cafonice o meu amor
(...)
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema Ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor 

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.