Fechou o tempo, o salão fechou, mas eu entro mesmo assim. Eu sei que fui um impostor, porém me deixe ao menos ser pela última vez o seu compositor. Quem vibrou nas minhas mãos, não vai me largar assim. Acenda o refletor, apure o tamborim, aqui é o meu lugar, eu vim.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ninguém volta ao que acabou.


 É mais uma mulata triste que errou
Errou na dose
Errou no amor
(...)
A dor da gente não sai no jornal.


Eu juro que tento rir, mas as peças que a vida me prega, não têm graça nenhuma. Pode ser que a maré nunca vire, será?! 

Não podia me dar ao luxo de pedir, lembrei-me de todas as vezes em que, por ter tido a doçura de pedir, não me deram.